Uma nova tecnologia de biometria baseada na leitura das veias da mão começa a ganhar espaço como alternativa aos sistemas facial e digital. A proposta utiliza sensores ópticos e infravermelhos para analisar características da palma, incluindo linhas da pele, formato e padrões vasculares, dificultando tentativas de falsificação.
O sistema também identifica o fluxo sanguíneo e utiliza a absorção de luz infravermelha pela hemoglobina para visualizar as veias sob a pele. Segundo informações divulgadas pela Tencent, desenvolvedora da plataforma PalmAI, a tecnologia pode reconhecer uma tentativa de falsificação em menos de 300 milissegundos.
A expectativa é que a biometria da palma seja aplicada em pagamentos, transporte público e sistemas de controle de acesso. Na China, a tecnologia já passa por testes em estabelecimentos comerciais, estações de metrô e ambientes corporativos.
Apesar do potencial de segurança, a adoção depende do investimento em equipamentos específicos. Sensores utilizados na leitura das mãos podem custar entre US$ 70 e US$ 300 por unidade, conforme a capacidade e o nível de sofisticação.
A biometria das veias da mão representa uma nova frente na busca por sistemas de identificação mais resistentes a fraudes. A expansão da tecnologia, porém, dependerá de custos, testes de segurança e adesão de empresas e usuários.
Fontes: Tencent; informações sobre a plataforma PalmAI
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