Instituições de ensino já podem solicitar a criação de novos programas de residência médica e em outras áreas da saúde, além da ampliação de vagas em programas existentes. Os pedidos devem ser realizados até 30 de agosto para residência médica e até 31 de agosto para as demais áreas, por meio dos sistemas oficiais da Comissão Nacional de Residência Médica (SisCNRM) e Nacional de Residências em Saúde (SINAR).
A solicitação é uma etapa necessária antes do pedido de bolsas do Pró-Residência, programa destinado à formação de especialistas em áreas e regiões consideradas prioritárias para o Sistema Único de Saúde (SUS).
Como funciona o Pró-Residência
O programa financia bolsas para instituições públicas e privadas sem fins lucrativos. Podem participar órgãos federais vinculados aos Ministérios da Saúde ou da Educação, governos estaduais e municipais, Distrito Federal e instituições privadas sem fins lucrativos.
As inscrições para o financiamento podem ser feitas durante todo o ano pelo SIG-Residências, sem prazo fixo. Para receber as bolsas, as instituições aprovadas precisam cumprir critérios relacionados à formação prática no SUS, incluindo pelo menos 75% da carga horária mínima em ambientes de prática do sistema e, quando aplicável, 50% da carga prática nos serviços da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).
Até 4 mil novas bolsas
Na primeira chamada do Pró-Residência deste ano, foram aprovados 250 programas em 25 estados, resultando em 898 bolsas para residentes do primeiro ano.
Os novos editais ampliam a oferta e preveem até 3 mil bolsas para residência médica e outras mil para as demais áreas da saúde, fortalecendo a formação de especialistas e a oferta de profissionais para regiões e áreas prioritárias do SUS.
Fontes: Ministério da Saúde; Ministério da Educação; Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM)
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