Como seria se soubéssemos amar? Por Eduardo Afonso advogado e pensador

Para Eduardo Afonso, o amor não é um sentimento, e sim uma decisão. Ele afirmou que escolhemos amar alguém pelo comportamento e pelas atitudes, sem romantizar a verdade.

Neide Lu, jornalista, e Eduardo Afonso, advogado e pensador.

Na edição desta sexta-feira (28) do programa "Fala Você Notícias", a jornalista Neide Lu entrevistou o renomado advogado e pensador Eduardo Afonso. Durante a conversa, Afonso abordou o instigante tema "Como seria se soubéssemos amar?", proporcionando reflexões profundas sobre o amor e suas implicações na sociedade contemporânea.

Para Eduardo Afonso, o amor não é um sentimento, e sim uma decisão. Ele afirmou que escolhemos amar alguém pelo comportamento e pelas atitudes, sem romantizar a verdade. O amor se desenvolve não pelo que a pessoa sente, mas sim pelo que a outra pessoa faz sentir: “Se a pessoa te traz paz, tranquilidade e direcionamento, é amor. Agora, se a pessoa te traz angústia, confusão, depressão e medo, isso aí não é de Deus. E se não é de Deus, não é amor”, cita.

Ele complementa que muitas mulheres se revoltam com a palavra submissão, mas que essa submissão é a que está escrita na Bíblia, em Efésios 5:25, que fala sobre o homem de valor. Ele explica que, ao contrário disso, as mulheres se submetem aos homens que geram angústia, medo, dúvida, que não ligam e que não cuidam. Ele esclarece que a Bíblia cita que o marido deve amar a mulher e que a mulher deve ser submissa ao marido, respeitar e honrar o marido. Eduardo também disse que o homem só obtém o respeito da mulher, a honra dela e a submissão quando consegue transferir o amor verdadeiramente para ela. Ainda, ele falou que, quando a mulher é bem amada, não tem dificuldade nenhuma em se submeter, porque ela está se submetendo ao homem certo. Eduardo Afonso disse que a palavra submissão não significa ser humilhado ou capacho, mas sim assumir a missão. É a partir disso que entra o conceito da mulher virtuosa, que está em Provérbios 31 na Bíblia.

Eduardo Afonso, advogado e pensador, e Neide Lu, jornalista.

Afonso disse que são cinco as linguagens do amor: ato de serviço, palavra de afirmação, toque físico, dar presentes e tempo de qualidade. O ato de serviço consiste em servir, cuidar e se preocupar. Por exemplo, ligar para o outro para saber se já tomou um remédio, saber se o outro já se alimentou, dentre outras atitudes. As palavras de afirmação, em forma de elogios, são muito importantes para ambos. Em seguida, vem o toque físico, com beijos, abraços e carinho. Para ele, é muito importante o namoro dentro de uma relação.

Eduardo Afonso disse que, para presentear a pessoa amada, não é necessário comprar presentes caros. Ele cita que basta fazer gestos simples, como dar um bombom com uma flor do jardim e escrever uma frase bonita no papel. Ou gestos significativos, como arrumar a casa para a mulher não precisar fazer nada.

Afonso disse que o maior perigo de começar um relacionamento é se envolver por carência. Ele compartilhou que já viveu um relacionamento por carência, mas que percebeu que isso não o estava fazendo bem e, então, terminou.

Ao falar sobre o fim de um relacionamento, Eduardo Afonso disse que seguir em frente é a melhor escolha. Sobre a expressão “A fila anda”, ele afirmou que se trata de algo bíblico e comprovou citando versículos bíblicos que têm esse significado.

Eduardo Afonso explanou que o homem que é amado faz de tudo pela sua esposa e também pelos seus filhos. Ele complementa dizendo que o homem foi feito por Deus para morrer pelos que ama, e a mulher virtuosa leva para o homem palavras de vida. Por fim, ele disse que, quando um homem de Efésios 5:25 encontra uma mulher de Provérbios 31:10, eles viverão o amor que está em Coríntios 13.

Assista ao bate-papo completo com Eduardo Afonso sobre o verdadeiro significado do amor. Clique no vídeo ou no áudio para conferir todas as reflexões e insights dessa conversa imperdível!

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