Melasma: a mancha que afeta a autoestima – descubra os segredos do tratamento

Farmacêutica Dorivânia Alves revela verdades e mitos sobre o melasma e apresenta um método exclusivo que promete transformar não só a pele, mas também a autoestima de quem convive com essa mancha.

Farmacêutica Dorivânia Alves, e Neide Lu, jornalista.

O melasma vai muito além de uma mancha na pele: ele carrega um peso emocional, afeta a autoestima e muda a forma como muitas mulheres — e também alguns homens — se enxergam no espelho. Para falar sobre esse tema que é, ao mesmo tempo, de saúde e de beleza, no Fala Você Notícias desta segunda (18), conversamos com a farmacêutica Dorivânia Alves, especialista em melasma e criadora de um protocolo exclusivo de tratamento.

Dorivânia, que mora em Guanambi há oito anos, carrega na própria pele a história que a tornou especialista. “Eu tive melasma e, por essa dor diária, desenvolvi um método capaz de tratar essas manchas. Sei o que significa acordar, olhar no espelho e sentir a autoestima despencar”, contou.

O que é o melasma?

De acordo com Dorivânia, o melasma é uma hiperpigmentação causada pelo excesso de melanina, que gera escurecimento da pele. Afeta principalmente mulheres — cerca de 90% dos casos — por fatores como gravidez, alterações hormonais e uso de anticoncepcionais. Apenas 10% dos casos acontecem em homens.

Mais do que um incômodo estético, o melasma pode sinalizar problemas internos: constipação, processos inflamatórios e desequilíbrios hormonais. “É o corpo falando que algo não vai bem”, reforça.

Mitos e vilões

Muita gente ainda acredita que o melasma seja apenas hereditário ou resultado da exposição ao sol. Segundo a farmacêutica, isso é mito: “Nenhum fator isolado causa ou piora o melasma. É sempre um conjunto: genética, exposição solar, hormônios, estresse, alimentação inflamatória e até o mormaço do carro ou um banho quente”. Ou seja: conviver com o melasma é lutar contra vilões diários.

Tipos de manchas

Nem toda mancha é melasma. Existe o cloasma, comum na gravidez, e a hiperpigmentação pós-inflamatória (HPI), provocada por acne mal tratada. Já o melasma pode ser:

- Epidérmico (superficial)

- Dérmico (mais profundo)

Misto (combinação dos dois)

Farmacêutica Dorivânia Alves, e Neide Lu, jornalista.

O que realmente funciona no tratamento?

Promessas milagrosas não resolvem. O que funciona, segundo Dorivânia, são protocolos personalizados, adaptados ao tipo e ao grau de inflamação da pele.

“O melasma não tem cura, mas pode ser gerenciado. Com skincare adequado, clareadores específicos e acompanhamento profissional, é possível manter as manchas adormecidas por muito tempo”, explica.

O método Glow Skin

Baseado na própria vivência, Dorivânia criou o protocolo Glow Skin, que vai além da estética. Ele integra análise da saúde intestinal, sono, hábitos de vida e o preparo da pele antes da aplicação dos ativos. “Eu não trato só a pele, mas também o emocional. O melasma é uma dor visível e invisível ao mesmo tempo”, afirma.

Mensagem final

“A você que sofre com melasma, eu digo: eu sei da sua dor. O tratamento existe e pode devolver sua autoestima. Não se esconda atrás da maquiagem, procure ajuda profissional e cuide da sua pele com carinho e consciência”, conclui Dorivânia.

Quem quiser conhecer mais sobre o protocolo e dicas de cuidado pode acompanhar Dorivânia nas redes sociais: @dra.dorivania.

Melasma: Será que tem cura? A farmacêutica Dorivânia Alves revela os segredos, os mitos e o método exclusivo que pode transformar não só a pele, mas também a sua vida. Assista agora no You Tube: Neide Lu Fala Você Notícias e descubra tudo sobre o tratamento do melasma!

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