Agosto Dourado: Leite materno é ouro, mas acolhimento é tudo

Em entrevista emocionante, Dra. Daniela Fonseca e Dra. Rita Moitinho falam sobre os desafios da amamentação, a importância da rede de apoio e os benefícios do leite materno para mães e bebês.

Odontopediatra Dra. Rita Moitinho da Clínica Vitalité, pediatra Dra. Daniela Fonseca, e Neide Lu, jornalista.

Agosto chegou com um brilho especial: o dourado! É neste mês que ganhamos um reforço na luta pela conscientização sobre a importância do aleitamento materno. E para jogar luz nesse tema que salva vidas e fortalece laços, conversamos com duas especialistas apaixonadas pelo que fazem: a pediatra Dra. Daniela Fonseca e a odontopediatra Dra. Rita Moitinho da Clínica Vitalité.

Dra. Daniela, natural de Caetité e apaixonada por Guanambi, contou sobre sua trajetória e seu trabalho no Hospital Geral de Guanambi (HGG) e na Clínica Vitalité, onde realiza um atendimento humanizado e cheio de cuidado. Segundo ela, o leite materno é um “alimento vivo”, que muda conforme a necessidade do bebê. “Ele nutre, protege e fortalece o vínculo entre mãe e filho. É o padrão ouro da alimentação nos primeiros meses de vida”, afirma.

Mas Daniela alerta: amamentar nem sempre é fácil. “Romantizam muito a amamentação, mas ela não é instintiva. É natural, sim, mas precisa de aprendizado, paciência e, principalmente, apoio.”

É aí que entra o papel da rede de apoio — tema reforçado por Dra. Rita Moitinho, que destacou como a presença do parceiro, da família e de profissionais especializados pode transformar a experiência da maternidade. “Cuidar da casa, da comida, acolher a mãe, entender que o bebê não chora só de fome. Tudo isso é rede de apoio. E mais ainda: é empatia!”

Ambas defenderam o papel fundamental de profissionais como consultoras de amamentação, odontopediatras, pediatras, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e osteopatas na identificação precoce de dificuldades, como o freio lingual curto (língua presa) e problemas na pega do bebê.

Pediatra Dra. Daniela Fonseca, e a odontopediatra Dra. Rita Moitinho da Clínica Vitalité, e Neide Lu, jornalista.

Outro ponto abordado foi o retorno da mãe ao trabalho. Segundo Dra. Daniela, é possível sim continuar amamentando, com planejamento e orientação adequada. “Ordenha, armazenamento e, se necessário, técnicas como a alimentação por sonda ou colher dosadora, são alternativas que podem manter o leite materno presente na rotina do bebê.”

Durante a entrevista, uma ouvinte fez uma pergunta comum: “Minha filha tem 2 anos e 6 meses. Ainda serve amamentar?” A resposta veio com acolhimento: “Até os dois anos, o leite ainda tem papel nutricional e imunológico. Depois disso, se ainda faz bem pra mãe e pro bebê, o vínculo afetivo também é importante. É uma escolha do coração.”

Para fechar com chave de ouro, Dra. Rita lembrou: “Nem toda mãe consegue amamentar como gostaria. E isso não faz dela menos mãe. Precisamos incentivar, mas também acolher. Sem julgamentos, com amor e empatia.”

 Amamentar é um ato de amor, mas ninguém precisa fazer isso sozinha. Apoio salva, acolhe e fortalece!

As médicas atendem na Clínica Vitalité, na av. Santos Dumont, 248, bairro Vomitamel, WhatsApp: (77) 9.9982-1190, Instagram: @clinicavitalite.guanambi. Vitalité – Nosso objetivo é te trazer Vitalidade!

Assista à entrevista completa no canal do YouTube Neide Lu Fala Você Notícias e compartilhe com quem você ama!

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