Trabalhadores que solicitam o auxílio-doença pelo aplicativo Meu INSS devem redobrar a atenção ao anexar a documentação. Fotos borradas, documentos incompletos ou informações ilegíveis podem impedir a análise automática do benefício e obrigar o segurado a passar por perícia médica presencial, atrasando a liberação do pagamento.
O pedido pode ser realizado de forma digital, por meio do aplicativo ou do portal Meu INSS, utilizando a conta Gov.br. Para aumentar as chances de aprovação, é necessário anexar um atestado médico atualizado, legível e sem rasuras, contendo nome completo do paciente, assinatura e carimbo do médico com número do CRM, período de afastamento e, quando indicado, o código CID da doença.
Também é recomendado enviar laudos, exames, receitas médicas recentes e documento oficial com foto, como RG ou CNH, além do CPF. Caso o pedido seja feito por representante legal, devem ser anexados a procuração ou termo de tutela e os documentos do procurador.
Se houver inconsistências ou baixa qualidade nas imagens, o processo poderá entrar em exigência para complementação da documentação. O segurado terá prazo para corrigir as pendências; caso contrário, o benefício poderá ser negado, sendo possível apresentar recurso administrativo ou realizar um novo requerimento.
Antes de concluir o envio, o INSS orienta conferir se todos os arquivos estão completos, nítidos e legíveis, medida que reduz atrasos e aumenta a possibilidade de análise mais rápida do benefício.
Fonte: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
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