Representantes dos caminhoneiros voltaram a pressionar o Congresso Nacional e ameaçam deflagrar uma greve nacional caso a Medida Provisória (MP) 1.343/2026 não seja votada pelo Senado antes de perder a validade. A proposta fortalece a política de piso mínimo do frete e amplia os mecanismos de fiscalização no transporte rodoviário de cargas.
A MP estabelece medidas para garantir o cumprimento do piso mínimo do frete, tornando obrigatório o cadastramento das operações de transporte e a emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT). O objetivo é oferecer maior proteção aos transportadores autônomos, combater a concorrência desleal e trazer mais transparência ao setor.
Durante reunião realizada na quinta-feira (9), lideranças da categoria cobraram que o Senado coloque a matéria em pauta antes do encerramento do prazo de vigência da medida provisória. Caso a proposta não seja aprovada pelo Congresso, as novas regras deixam de ter validade.
A possibilidade de paralisação acende um alerta para o setor logístico brasileiro, já que uma greve nacional de caminhoneiros pode provocar impactos no abastecimento de combustíveis, alimentos, medicamentos e outros produtos em diversas regiões do país.
Fonte: Agência Brasil / Congresso Nacional
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