Conta de luz segue mais cara em julho; veja dicas para reduzir o consumo de energia

Bandeira tarifária amarela é mantida pela Aneel, com cobrança extra de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil.

Os consumidores brasileiros continuarão pagando mais pela energia elétrica em julho. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira tarifária amarela para o próximo mês, o que representa um acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. A medida é motivada pelas condições menos favoráveis para geração de energia durante o período de estiagem.

Segundo a Aneel, a redução dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas aumenta a necessidade de acionamento das usinas termelétricas, que possuem custo de operação mais elevado. O sistema de bandeiras tarifárias informa aos consumidores o custo da geração de energia e incentiva o uso consciente da eletricidade.

Para amenizar o impacto da conta de luz, especialistas recomendam adotar hábitos de consumo mais eficientes. Entre as principais orientações estão evitar abrir a geladeira desnecessariamente, não armazenar alimentos ainda quentes, aproveitar a capacidade máxima da máquina de lavar roupas, reduzir o tempo de banho com chuveiro elétrico e desligar aparelhos da tomada quando não estiverem em uso.

Outra medida importante é substituir lâmpadas antigas por modelos mais eficientes, aproveitar ao máximo a iluminação natural, utilizar o ar-condicionado com filtros limpos e somente quando necessário, além de evitar o uso simultâneo de equipamentos de alto consumo no horário de pico, entre 18h e 21h.

Na hora de comprar eletrodomésticos, a recomendação é optar por produtos com Selo Procel e etiqueta de eficiência energética do Inmetro, que indicam menor consumo de eletricidade e maior economia ao longo do tempo.

Além de reduzir os gastos domésticos, o consumo consciente contribui para a preservação dos recursos naturais, diminui a demanda sobre o sistema elétrico nacional e ajuda a evitar custos adicionais na geração de energia.

Fontes: Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) e Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro)

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