Anvisa determina recolhimento de milho para pipoca e proíbe venda de suplementos alimentares

Medidas envolvem irregularidades na rotulagem de produto alimentício e suplementos comercializados sem identificação adequada do fabricante.

Foto: Srattha Nualsate Pexels.webp.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta sexta-feira (12) novas medidas sanitárias que determinam o recolhimento de um lote de milho para pipoca e a apreensão de suplementos alimentares comercializados no país.

No caso do milho para pipoca da marca Provatti, a agência suspendeu a fabricação, venda, distribuição, divulgação e consumo do produto após identificar inconsistências nas informações presentes no rótulo. Embora a embalagem informe que o alimento não contém glúten, há advertência sobre possível presença de trigo, situação que pode comprometer a segurança de consumidores com restrições alimentares.

A Anvisa destacou que a divergência nas informações pode induzir o consumidor ao erro, especialmente pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten, tornando necessária a retirada do produto do mercado.

Em outra decisão publicada no Diário Oficial da União, o órgão também determinou a apreensão de suplementos alimentares da marca Nutricost. Segundo a agência, os produtos eram ofertados em plataformas digitais e não possuíam identificação regular do fabricante.

Além da apreensão, foram proibidas a fabricação, importação, comercialização, distribuição, propaganda e utilização dos suplementos, como medida de proteção à saúde pública.

As determinações passam a valer imediatamente e fazem parte das ações de fiscalização da Anvisa para garantir que alimentos e suplementos comercializados no país atendam às exigências de segurança, qualidade e rotulagem previstas na legislação sanitária.

Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Diário Oficial da União (DOU) / gov.br

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