O Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou o transplante de membrana amniótica como opção terapêutica para tratar feridas crônicas, pé diabético e doenças oculares, ampliando o acesso a tecnologias avançadas na rede pública.
A inclusão do procedimento foi definida pelo Ministério da Saúde, após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. A técnica utiliza a membrana amniótica — camada da placenta — que possui propriedades regenerativas e ação antimicrobiana, favorecendo a cicatrização de lesões complexas.
A tecnologia é considerada complementar aos tratamentos já existentes, aumentando as chances de recuperação, especialmente em pacientes com diabetes. O material é obtido por meio de doação voluntária, com autorização das mães após o parto, e apresenta alta compatibilidade com o organismo humano.
A expectativa é de que mais de 860 mil pessoas sejam beneficiadas anualmente. A implementação deve ocorrer em até 180 dias em unidades de saúde do país.
Nesse contexto, profissionais farmacêuticos terão papel fundamental na orientação aos pacientes, no acompanhamento terapêutico e no uso correto de medicamentos associados ao tratamento. A atuação também envolve apoio às equipes de saúde, promoção do uso racional de insumos e monitoramento clínico.
Com a incorporação da nova tecnologia, o SUS avança na oferta de tratamentos mais modernos, reforçando a assistência a pacientes com condições complexas e ampliando as possibilidades de recuperação na rede pública.
Fontes: Ministério da Saúde / Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec)
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