Novas regras do Pix aumentam segurança e podem limitar transferências

Medidas do Banco Central impõem bloqueios, limites e verificação extra em operações financeiras.

Foto: Bruno Peres/Agência Brasil.

O sistema de pagamentos instantâneos Pix passou por mudanças que reforçam a segurança e impactam diretamente o uso diário. As novas regras, definidas pelo Banco Central do Brasil, obrigam instituições financeiras a adotarem padrões mais rígidos nas transações.

Na prática, transferências podem sofrer bloqueios preventivos, redução de limites e exigência de validação adicional, mesmo para valores baixos. Uma das principais alterações ocorre quando o usuário acessa o Pix por um dispositivo não cadastrado: nesse caso, o limite é reduzido para até R$ 200 por operação e R$ 1.000 por dia até a confirmação do aparelho.

Outra medida é o bloqueio cautelar, que permite às instituições reter valores por até 72 horas em caso de suspeita de fraude, garantindo análise antes da liberação do dinheiro. Além disso, permanece o limite noturno de R$ 1.000 entre 20h e 6h para pessoas físicas, como forma de prevenir crimes.

As novas exigências também incluem botão obrigatório para contestação de fraudes nos aplicativos e maior integração entre bancos para identificar movimentações suspeitas.

Apesar de continuar ágil, o Pix agora opera com mais camadas de proteção, buscando reduzir golpes e aumentar a segurança dos usuários no ambiente digital.

Fonte: Banco Central do Brasil

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