Medidas preventivas e mudanças no estilo de vida são essenciais no combate à hipertensão arterial, doença crônica considerada silenciosa e com forte componente hereditário. O alerta ganha reforço neste 26 de abril, data marcada pelo Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial.
De acordo com o Ministério da Saúde, a condição é caracterizada pelo aumento da pressão do sangue nas artérias, exigindo maior esforço do coração e elevando o risco de problemas graves como AVC, infarto, insuficiência renal e cardíaca.
Embora seja hereditária em grande parte dos casos, fatores como consumo excessivo de sal, sedentarismo, obesidade, estresse, álcool e tabagismo contribuem diretamente para o desenvolvimento da doença.
Novas diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia apontam que a pressão 12 por 8 já é considerada um sinal de alerta (pré-hipertensão), reforçando a importância do diagnóstico precoce e de intervenções não medicamentosas.
Os sintomas, como dor de cabeça, tontura e dor no peito, costumam aparecer apenas em níveis elevados, o que torna a aferição regular da pressão a principal forma de diagnóstico.
Apesar de não ter cura, a hipertensão pode ser controlada com acompanhamento médico, uso de medicamentos — disponíveis pelo SUS — e, principalmente, com hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada, prática de atividades físicas e redução do consumo de sal e álcool.
A adoção dessas medidas ao longo da vida é fundamental para prevenir complicações e garantir mais qualidade de vida.
Fonte: Ministério da Saúde / Sociedade Brasileira de Cardiologia / agência Brasil
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