A busca pelo selo de Indicação Geográfica (IG) para o algodão branco produzido no Oeste da Bahia ganhou novo impulso na terça-feira (7), após reunião promovida pela Secretaria da Agricultura do estado. O reconhecimento pode fortalecer a identidade e ampliar a competitividade do produto no mercado.
O algodão da região se destaca pela tonalidade branca diferenciada, resultado das condições do solo aliadas a técnicas modernas de cultivo, como mecanização, irrigação e controle sanitário.
Durante o encontro, foi reforçada a importância da articulação entre governo e produtores para viabilizar a certificação. A iniciativa é coordenada pela Seagri por meio do Fórum Baiano de Indicação Geográfica e Marcas Coletivas, que busca valorizar produtos com características únicas.
Representantes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) apresentaram as etapas necessárias para a obtenção do selo, destacando o potencial da Bahia para ampliar o número de registros. Atualmente, o estado já possui oito Indicações Geográficas reconhecidas, incluindo produtos agrícolas consolidados.
A certificação garante a exclusividade do uso do nome da região pelos produtores locais, assegurando procedência, qualidade e maior reconhecimento nos mercados nacional e internacional.
Além da valorização econômica, o selo pode impulsionar o desenvolvimento regional, estimulando setores como turismo rural e gastronomia, além de fortalecer a imagem do agronegócio baiano.
Com o avanço das discussões, a expectativa é que o selo de Indicação Geográfica consolide o algodão do Oeste baiano como referência nacional, ampliando oportunidades de renda e visibilidade para produtores da região.
Fontes: Seagri / INPI / Portal ba.gov.br
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