Inteligência artificial pode acelerar cura de doenças sem tratamento, apontam estudos

Tecnologia já ajuda cientistas a desenvolver novos medicamentos e enfrentar bactérias resistentes.

Foto: Freepik.

O uso da inteligência artificial está transformando a pesquisa médica e pode acelerar o combate a doenças sem cura, como o Doença de Parkinson, além de enfrentar a crescente resistência a antibióticos.

Estudos recentes mostram que a tecnologia tem sido aplicada para agilizar a descoberta de novos medicamentos, reduzindo processos que antes levavam anos. Pesquisadores já utilizam sistemas avançados para analisar milhões de compostos químicos em poucos dias.

O avanço ocorre em um cenário preocupante: a resistência bacteriana já causa cerca de 1,1 milhão de mortes por ano no mundo e pode ultrapassar 8 milhões até 2050, caso não surjam novas soluções eficazes.

Com o apoio da IA, cientistas conseguiram analisar mais de 45 milhões de moléculas e projetar outras milhões inéditas, identificando compostos promissores contra bactérias resistentes, incluindo casos como gonorreia e infecções causadas por SARM.

A tecnologia também avança no estudo de doenças complexas. No caso do Parkinson, pesquisadores usam IA para mapear proteínas no cérebro e identificar possíveis alvos terapêuticos, com o objetivo de interromper a progressão da doença.

Além da velocidade, a principal vantagem está na capacidade de criar novas moléculas, ampliando as possibilidades de tratamento. Ainda assim, especialistas destacam que o desenvolvimento completo de medicamentos continua exigindo testes rigorosos e tempo.

Apesar dos desafios, como o acesso a dados e a necessidade de validação clínica, a expectativa é que a inteligência artificial tenha papel central no futuro da medicina, acelerando descobertas e abrindo caminho para tratamentos mais eficazes.

Fonte: BBC

Entre no nosso canal de WhatsApp e receba notícias em tempo real, Clique aqui

Inscreva-se em nosso canal no Youtube, Clique aqui

 

 

Comentários



    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.



Comentar