As eleições de 2026 terão um marco histórico na Justiça Eleitoral: oito dos 27 Tribunais Regionais Eleitorais serão presididos por mulheres, o maior número já registrado no país.
O avanço representa cerca de 25% das cortes regionais sob liderança feminina, ampliando a participação das mulheres em cargos estratégicos durante o processo eleitoral. O cenário reforça a evolução da representatividade de gênero no sistema judiciário brasileiro.
No âmbito nacional, o Tribunal Superior Eleitoral também é presidido por uma mulher, a ministra Cármen Lúcia, responsável por coordenar os preparativos das eleições desde 2024.
Atualmente, seis estados já contam com presidentes mulheres nos TREs: Acre, Amazonas, Ceará, Mato Grosso, Rio Grande do Norte e Sergipe. O número deve aumentar com as posses das desembargadoras Francisca Galiza, no Maranhão, e Elizabeth Maria da Silva, em Goiás, previstas para abril.
O crescimento é significativo em comparação aos pleitos anteriores. Em 2024, seis estados tinham liderança feminina nos tribunais eleitorais, enquanto em 2022 eram apenas quatro, evidenciando a ampliação da presença de mulheres em posições de comando.
O aumento da participação feminina nas presidências dos TREs sinaliza uma mudança gradual no perfil da liderança da Justiça Eleitoral, consolidando avanços na equidade de gênero no país.
Fonte: Tribunal Superior Eleitoral
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