Advogado Bruno Miola esclarece monitoramento do PIX

Bruno Miola explicou que a fiscalização ocorre devido ao descumprimento de regras por parte de alguns contribuintes.

Neide Lu, jornalista, e Bruno Miola, advogado especialista em Direito Tributário e Empresarial.

No programa desta quinta-feira (16), o advogado especialista em Direito Tributário e Empresarial, Bruno Miola, trouxe uma análise detalhada sobre o monitoramento do PIX. Ele abordou aspectos legais, impactos para empresas e cidadãos, e desmistificou fakes relacionados à medida.

Novos limites e fiscalização ampliados

Bruno explicou que a Instrução Normativa 2.219/2024 ajustou os valores monitorados pela Receita Federal: para pessoas físicas, o limite aumentou de R$ 2.000 para R$ 5.000, e, para pessoas jurídicas, de R$ 6.000 para R$ $ 15.000. Ele também destacou que o monitoramento não se limita ao PIX, abrangendo todas as transações financeiras que excedem esses valores.

Combate à desinformação e orientação

O advogado desmentiu rumores sobre a criação de impostos para o PIX e enfatizou que a fiscalização visa coibir irregularidades financeiras, especialmente de grandes movimentações não declaradas. Ele incentivou a formalização de pequenos empreendedores, reforçando benefícios como segurança jurídica e acesso a financiamentos.

Golpes e cuidados necessários

Bruno alertou para golpes que utilizam o monitoramento do PIX como isca. Ele reforçou que a Receita Federal não solicita pagamentos por SMS ou e-mail e orienta sobre como evitar cair em armadilhas.

Mensagem final

Encerrando sua participação, Bruno destacou que o monitoramento é ampliado por lei e não tem como alvos pequenos empreendimentos, mas sim irregularidades significativas.

Quer entender como isso afeta você e sua empresa? Assista ao bate-papo completo clicando no vídeo e fique por dentro!

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