Aos 26 anos, a jovem Edlane Brito enfrenta uma batalha silenciosa contra uma doença renal policística autossômica dominante, condição genética grave que compromete progressivamente o funcionamento dos rins. Em entrevista emocionante ao programa Fala Você Notícias, Edlane fez um apelo à população para conseguir iniciar um tratamento de alto custo, essencial para retardar a hemodiálise e preservar sua qualidade de vida.
Natural de Guirapá, Distrito de Pindaí/BA, e morando atualmente em Guanambi, Edlane contou que os primeiros sintomas surgiram ainda em 2019, antes da pandemia. Após crises intensas de dor abdominal e dificuldade para urinar, exames mais detalhados confirmaram o diagnóstico da doença renal policística — enfermidade hereditária e extremamente silenciosa, que costuma se manifestar apenas após os 40 anos, mas que no caso dela evoluiu de forma precoce e acelerada.
A jovem explicou que seus rins, que normalmente deveriam medir entre 11 e 13 centímetros, hoje possuem cerca de 22 centímetros cada, tomados por múltiplos cistos que causam dor, desgaste do órgão e perda gradual da função renal. Atualmente, Edlane se encontra no estágio 3 avançando para o 4, de um total de cinco estágios da doença.
Segundo ela, até 2024 a condição estava relativamente controlada, mas uma crise recente revelou um avanço rápido da doença, trazendo cansaço extremo, dores frequentes e limitações físicas, apesar da aparência saudável. “Enquanto estou trabalhando e vivendo normalmente, a doença também está agindo dentro de mim”, relatou.
Para retardar a progressão e evitar a hemodiálise precoce, Edlane precisa iniciar o tratamento com a medicação Tolvaptana, que não é fabricada no Brasil e não possui liberação da Anvisa. O medicamento precisa ser importado e tem custo elevado, variando conforme o dólar e a dosagem, podendo ultrapassar R$ 2.300 por caixa, além de exames semanais, acompanhamento médico contínuo e outras despesas com saúde.
Diante da realidade financeira, Edlane iniciou uma campanha solidária, divulgada nas redes sociais, com apoio da família, amigos e da comunidade regional. “Cada ajuda, independente do valor, tem feito diferença. Existe muito mais gente boa no mundo do que a gente imagina”, afirmou, emocionada.
Mesmo diante do cenário difícil, Edlane mantém a fé, segue trabalhando e faz um alerta importante à população: realizar exames simples como o ultrassom pode salvar vidas. “É um exame barato e pode detectar doenças graves ainda no início. Quando se descobre cedo, há mais chances de tratamento e qualidade de vida”, reforçou.
Faça sua doação através da Chave PIX: 075.926.685-99, Edlane M. Brito.
Uma história real, um pedido de ajuda e uma lição sobre fé, cuidado e empatia. Assista à entrevista completa de Edlane Brito no YouTube Neide Lu Fala Você Notícias, conheça sua luta e descubra como você pode fazer a diferença.
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