O Papel da Microfisioterapia na prevenção e tratamento do câncer de mama e útero; por Dila Effgen microfisioterapeuta

De acordo com Dila Effgen, a microfisioterapia é uma técnica de terapia manual em que o paciente relata apenas uma queixa. Com o auxílio de mapas desenvolvidos por fisioterapeutas franceses, é possível identificar quais órgãos estão com baixa vitalidade.

Neide Lu, jornalista e Dila Effgen, microfisioterapeuta.

A microfisioterapia tem se destacado como uma terapia complementar valiosa no tratamento do câncer de cólon e de útero. Essa técnica visa identificar e liberar memórias celulares de traumas ou disfunções que podem estar associadas ao surgimento de doenças crônicas, como o câncer. No contexto desses tipos específicos de câncer, a microfisioterapia contribui para a melhora do bem-estar do paciente, aliviando dores, fortalecendo o sistema imunológico e promovendo um equilíbrio emocional que favorece a recuperação. Ao atuar nas causas emocionais e físicas profundas que afetam o organismo, essa abordagem oferece um suporte importante ao tratamento convencional, trazendo alívio e melhora na qualidade de vida. No programa Fala Você Notícias desta sexta-feira (18), recebemos Dila Effgen, microfisioterapeuta, para falar sobre a importância da microfisioterapia no tratamento e prevenção do câncer de mama e de colo de útero.

De acordo com Dila Effgen, a microfisioterapia é uma técnica de terapia manual em que o paciente relata apenas uma queixa. Com o auxílio de mapas desenvolvidos por fisioterapeutas franceses, é possível identificar quais órgãos estão com baixa vitalidade. Ela explica que, quando as emoções não são bem processadas, podem somatizar e dar origem a doenças. Na maioria das vezes, a somatização ocorre antes mesmo de a doença se manifestar.

A microfisioterapia oferece uma análise rápida do estado funcional dos órgãos, verificando se eles perderam a capacidade de autocura, o que implica na liberação de traumas e no fortalecimento da imunidade. Dila recomenda, geralmente, duas sessões, mas afirma que 95% dos pacientes apresentam uma melhora significativa já na primeira sessão, quando traumas e bloqueios armazenados nas células são liberados. Ela destaca que, após a primeira sessão, é necessário um intervalo de 60 a 90 dias, período em que as células se reconectam, permitindo ao paciente seguir com mais leveza e responsabilidade.

Dila ressalta que a manutenção da saúde é para a vida toda, envolvendo atividade física, boa alimentação, autocuidado, autoconhecimento, conexão com a natureza e equilíbrio emocional. Segundo ela, está comprovado que o estado emocional pode deixar as mulheres vulneráveis a doenças, especialmente quando se sobrecarregam com preocupações, ansiedade e medo. Essas emoções fazem o corpo liberar cortisol, hormônio que diminui a imunidade e facilita a instalação de doenças.

Ela enfatiza que as mulheres tendem a se sobrecarregar com múltiplas tarefas, especialmente ao conciliar o trabalho fora de casa com as responsabilidades domésticas e familiares. O toque, segundo Dila, é uma forma importante de identificar precocemente sinais de alerta no corpo, mas o controle das emoções também é essencial para evitar que problemas se instalem. O perdão, ela explica, é uma prática que ajuda o corpo a não sobrecarregar e prevenir o desenvolvimento de doenças no futuro.

Neide Lu, jornalista e Dila Effgen, microfisioterapeuta.

Dila comenta ainda que o diagnóstico de câncer pode ser comparado a uma "entrega de passagem" sem data ou horário definido, mas com a certeza de que a pessoa enfrentará um desafio. No entanto, ao se cuidar com tratamentos como a quimioterapia, há uma chance real de prolongar a vida e melhorar a qualidade de vida.

Além disso, Dila destaca que emoções negativas, como angústia, mágoa e raiva, liberam cortisol, mas a adoção de hábitos saudáveis pode estimular a produção de hormônios como dopamina, serotonina e oxitocina, promovendo bem-estar. Ela reforça que, embora o corpo tenha seus limites, a mente pode permanecer consciente e em paz.

Dila também fala sobre a aceitação do corpo após tratamentos como a mastectomia, que pode ser necessária para aumentar a longevidade. "O corpo continua, mesmo que a mama não esteja mais ali", diz ela, ressaltando a importância de estar em paz consigo mesma e com a vida.

Ao mencionar o exemplo de Preta Gil, que passou por uma cirurgia para retirada de um tumor e, posteriormente, enfrentou metástase, Dila cita a declaração de Gilberto Gil: "Não brigue, aceite". Ela reflete que, embora a aceitação possa parecer difícil, entender que a vida é um ciclo e que todos retornam à sua essência é uma perspectiva importante.

Por fim, Dila compartilha sobre o livro "Quais de mim você procura", uma coletânea de histórias de mulheres empreendedoras. Ela participa do projeto e doa um livro para mulheres em situações de risco a cada exemplar vendido, com o intuito de inspirar outras mulheres através de sua história de superação e generosidade.

Clique no vídeo e assista ao bate-papo completo com Dila Effgen e descubra como essa terapia pode transformar vidas e promover o bem-estar!

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