A greve dos Correios chega à segunda semana em todo o país, enquanto o Tribunal Superior do Trabalho (TST) marcou para segunda-feira (21), às 13h30, o julgamento do dissídio coletivo. O principal ponto de divergência entre trabalhadores e empresa envolve alterações no plano de saúde.
Os empregados contestam a proposta de mudança na condição dos Correios de mantenedor para patrocinador do CorreiosSaúde. Segundo a categoria, a alteração pode aumentar os custos para funcionários, aposentados e dependentes.
Também estão entre as reivindicações a recomposição salarial com base na inflação e ganho real, a manutenção de adicionais e gratificações, além da retomada de pagamentos relacionados a férias, repousos e feriados trabalhados.
O TST determinou a manutenção de pelo menos 80% do efetivo em cada unidade durante a paralisação, considerando a continuidade dos serviços postais.
Os Correios afirmam que mantêm as operações em todo o país e adotam medidas para reduzir possíveis impactos da greve, incluindo remanejamento de trabalhadores e veículos e realização de mutirões.
O julgamento de segunda-feira deverá analisar as reivindicações e as condições relacionadas à paralisação, enquanto trabalhadores e empresa permanecem em negociação sobre o acordo coletivo.
Fontes: Agência Brasil; Tribunal Superior do Trabalho (TST); Correios
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