A greve dos trabalhadores dos Correios segue sem previsão de término e pode afetar o envio e a distribuição de correspondências e encomendas. A paralisação, iniciada na sexta-feira (11), foi aprovada em diferentes estados e regiões do país.
Entre as principais reivindicações está a manutenção do plano de saúde dos trabalhadores, aposentados e familiares. A categoria rejeitou uma proposta apresentada pela empresa durante as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).
Estados e regiões que aderiram;
A paralisação reúne trabalhadores de Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, Tocantins e São Paulo, além de regiões e bases sindicais de Campinas, Juiz de Fora, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Santa Maria, Uberaba, Vale do Paraíba, Bauru, Santos e outras localidades.
Como ficam as entregas
Em decisão liminar, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou a manutenção de pelo menos 80% do efetivo em cada unidade dos Correios durante a greve. A determinação inclui setores de atendimento, tratamento, transporte, distribuição e áreas administrativas essenciais.
Os Correios informaram que as agências continuam funcionando, mas ainda não detalharam quais regiões poderão registrar maiores impactos ou eventuais alterações nos prazos.
Para quem aguarda uma encomenda, a recomendação é acompanhar o código de rastreamento, que permite verificar as etapas de transporte e identificar possíveis atrasos.
Fontes: Correios; Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (FINDECT); Tribunal Superior do Trabalho (TST)
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