Inmet alerta para baixa umidade em cidades do sudoeste da Bahia, entre elas Guanambi

Guanambi, Caetité, Caculé, Urandi, Pindaí, Igaporã e outros municípios estão entre as 103 cidades baianas sob alerta de perigo.

Foto: Reprodução.

Guanambi, Caetité, Caculé, Candiba, Carinhanha, Iuiú, Urandi, Pindaí, Sebastião Laranjeiras, Palmas de Monte Alto e outros municípios do sudoeste da Bahia estão entre as 103 cidades incluídas em um alerta de perigo para baixa umidade emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso teve início às 12h desta sexta-feira (14) e permanece válido até as 18h de sábado (15).

Segundo o Inmet, a umidade relativa do ar pode variar entre 20% e 12% nas áreas abrangidas pelo alerta. Os índices representam risco à saúde e podem provocar ressecamento da pele e desconforto nos olhos, nariz e boca, além de favorecer a ocorrência de incêndios florestais.

O aviso contempla municípios das regiões Centro-Norte Baiano, Extremo Oeste Baiano, Vale São-Franciscano da Bahia e Centro-Sul Baiano.

Municípios do sudoeste da Bahia incluídos no alerta também estão Condeúba, Coribe, Feira da Mata, Guajeru, Ibiassucê, Igaporã, Jacaraci, Lagoa Real, Licínio de Almeida, Livramento de Nossa Senhora, Malhada, Matina, Mortugaba, Riacho de Santana, Rio do Antônio eTanque Novo.

O alerta abrange dezenas de outros municípios baianos, incluindo localidades do Oeste, Vale do São Francisco, Chapada Diamantina e região de Irecê.

Inmet orienta cuidados durante o período seco

Diante da baixa umidade, o Inmet recomenda que a população aumente a ingestão de líquidos, evite atividades físicas intensas e reduza a exposição direta ao sol nos horários mais quentes.

Também é indicado utilizar hidratante para a pele e manter os ambientes umidificados, especialmente durante os períodos de maior ressecamento do ar.

Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Com a previsão de baixos índices de umidade, a recomendação é redobrar os cuidados, principalmente nas áreas mais afetadas, para reduzir os impactos à saúde e prevenir possíveis focos de incêndio.

Fontes: Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet); Defesa Civil; Corpo de Bombeiros

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