Ministério da Saúde esclarece mitos e verdades sobre a amamentação

Orientações ajudam mães e famílias a enfrentar dúvidas comuns sobre leite materno, alimentação do bebê e doação de leite.

Foto: Internet.

Dúvidas sobre a amamentação são comuns, principalmente nos primeiros meses de vida do bebê. Para orientar mães e famílias, o Ministério da Saúde reforça recomendações sobre a importância do aleitamento materno e esclarece os principais mitos relacionados à prática.

O leite materno deve ser o alimento exclusivo do bebê até os seis meses. Depois, a alimentação complementar deve ser introduzida de forma adequada, mantendo a amamentação até os dois anos ou mais.

Mitos e verdades

- Bebês podem mamar várias vezes ao dia — VERDADE: a recomendação é oferecer o peito em livre demanda, respeitando o ritmo da criança.

- O leite materno perde os benefícios após seis meses — MITO: ele continua fornecendo nutrientes e fatores de proteção mesmo após o início da alimentação complementar.

- Quanto mais o bebê mama, maior a produção de leite — VERDADE: a retirada frequente do leite estimula sua produção.

- Mulheres com seios pequenos produzem menos leite — MITO: o tamanho das mamas não determina a capacidade de produção.

- Toda mulher saudável pode ser doadora de leite — VERDADE: desde que produza leite além da necessidade do próprio bebê e não utilize medicamentos que impeçam a doação.

- Mãe gripada deve interromper a amamentação — MITO: a orientação é manter o aleitamento, reforçando medidas de higiene e proteção durante as mamadas.

- Bebês precisam de água antes dos seis meses — MITO: o leite materno fornece hidratação suficiente, inclusive em dias quentes.

- Mamadeira e chupeta podem prejudicar a amamentação — VERDADE: podem interferir na sucção, na pega e na frequência das mamadas.

- Estresse faz o leite acabar — MITO: ele pode dificultar a saída do leite, mas não interrompe sua produção.

O Ministério da Saúde destaca que informação adequada, apoio familiar e acompanhamento pelos serviços de saúde são importantes para fortalecer a amamentação e reduzir dificuldades durante esse período.

Fontes: Ministério da Saúde; Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps/MS)

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