O Banco Central (BC) prepara novas funcionalidades para ampliar a segurança e o alcance do Pix. Entre as medidas estão o desenvolvimento de pagamentos sem internet, mecanismos para combater golpes e o uso indevido do campo de mensagens, além da integração com sistemas internacionais.
Pix terá novas ferramentas de segurança
Segundo o Relatório de Gestão do Pix 2023-2025, o BC avalia regras para impedir que o campo de identificação das transferências seja usado para mensagens ofensivas, ameaças ou perseguições. O tema está sendo analisado pelo Fórum Pix.
A instituição também pretende aprimorar o monitoramento de operações suspeitas, permitindo a emissão de alertas preventivos às instituições financeiras antes que possíveis fraudes sejam concluídas.
Pagamento sem internet e uso internacional
Entre os projetos em estudo está o Pix sem internet, que permitirá realizar pagamentos mesmo quando o celular estiver sem conexão de dados móveis.
Outra possibilidade é utilizar o Pix como garantia para obtenção de crédito. O BC também trabalha na conexão do sistema brasileiro com plataformas de pagamentos estrangeiras, permitindo compras e remessas internacionais com maior rapidez e potencial redução de custos.
Pix já alcança milhões de brasileiros
O relatório mostra a dimensão do sistema no país. O Pix já alcança 86% dos adultos, com mais de 920 milhões de chaves ativas vinculadas a 162 milhões de pessoas e 16 milhões de empresas.
Em 2025, foram movimentados mais de R$ 35 trilhões em quase 80 bilhões de transações. As novas medidas buscam tornar o Pix ainda mais seguro, acessível e integrado ao sistema financeiro internacional.
Fontes: Banco Central do Brasil (BC) e Relatório de Gestão do Pix 2023-2025
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