O preço da gasolina comercializada para distribuidoras deve sofrer reajuste em breve no Brasil, segundo sinalização da Petrobras. A informação foi confirmada durante apresentação da presidente da estatal, que indicou que a mudança pode ocorrer nos próximos dias, diante da alta do petróleo no mercado internacional.
A direção da Petrobras informou que estuda medidas para equilibrar o reajuste sem comprometer a competitividade do combustível frente ao etanol no mercado nacional. A empresa também avalia o cenário de demanda e participação de mercado no setor de combustíveis.
Em ajustes recentes, realizados em 27 de janeiro, a estatal havia reduzido o preço da gasolina em 5,2% para as distribuidoras, com queda de R$ 0,14 por litro, passando de R$ 2,71 para R$ 2,57.
A empresa também declarou que segue revisando seu plano estratégico de longo prazo, com foco no período entre 2027 e 2031, com o objetivo de ampliar a produção e buscar maior autonomia no abastecimento interno de diesel e gasolina.
Segundo a estatal, a projeção inclui investimentos para atender integralmente a demanda nacional, em meio às oscilações do mercado global de energia.
No cenário interno, refinarias privadas também operam com políticas próprias de precificação, o que pode influenciar os valores finais ao consumidor em diferentes estados do país.
O governo federal, por sua vez, já adotou medidas recentes para tentar conter a alta dos combustíveis, incluindo ações de compensação tributária e subsídios voltados a diesel, gás de cozinha e querosene de aviação.
A Petrobras reforça que qualquer ajuste segue critérios técnicos e de mercado, considerando o cenário internacional do petróleo e a sustentabilidade financeira da companhia.
Fonte: Petrobras
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