Canabidiol: médico aponta 5 condições em que o CBD pode ajudar e alerta para uso com acompanhamento

Substância derivada da cannabis tem evidências em epilepsia, ansiedade, dor crônica, autismo e insônia, mas exige indicação médica.

Foto: Divulgação.

O canabidiol (CBD) tem ganhado espaço como alternativa terapêutica para diferentes quadros clínicos. Especialista destaca cinco condições em que a substância pode auxiliar — epilepsia refratária, ansiedade, dor crônica, transtorno do espectro autista e insônia —, reforçando que o uso deve ser criterioso e acompanhado por profissional de saúde.

Estudos apontam que o CBD atua no sistema endocanabinoide, ajudando a regular funções como dor, sono e resposta emocional. Apesar dos benefícios, não substitui tratamentos convencionais e não é considerado cura.

Veja 5 condições em que o canabidiol pode ajudar:

Epilepsia refratária

É a indicação com maior respaldo científico. O CBD tem mostrado redução significativa das crises, especialmente em síndromes como Dravet e Lennox-Gastaut, sendo alternativa quando anticonvulsivantes não são suficientes.

Ansiedade

A substância contribui para reduzir a hiperatividade mental e a resposta ao estresse, favorecendo melhora do sono e do bem-estar, sem efeito sedativo clássico.

Dor crônica

Com ação anti-inflamatória e moduladora do sistema nervoso, o CBD pode aliviar dores persistentes, sobretudo neuropáticas, além de reduzir a necessidade de analgésicos mais potentes em alguns casos.

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Não trata o transtorno, mas pode amenizar sintomas associados, como irritabilidade, agitação e distúrbios do sono, melhorando a qualidade de vida.

Insônia

Indicado principalmente quando o problema está ligado à ansiedade ou dor, ajudando o organismo a relaxar e melhorar a qualidade do sono.

Segundo o médico clínico geral Adam de Lima Alborta, o uso do canabidiol deve ser individualizado. “Não se trata de cura, mas de uma ferramenta terapêutica que precisa ser utilizada com critério e acompanhamento”, afirma.

O especialista alerta que o uso indiscriminado pode trazer riscos, como qualquer medicamento. A indicação depende de avaliação clínica detalhada, podendo incluir ajustes de dose e, em alguns casos, associação com outras substâncias.

Embora apresente resultados promissores em diversas condições, o canabidiol deve ser encarado como terapia complementar. A orientação médica é essencial para garantir segurança e eficácia no tratamento.

Fonte: Especialista médico Adam de Lima Alborta / estudos clínicos sobre canabidiol

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