Agência de Defesa Agropecuária da Bahia realizou curso para prevenir monilíase do cacau e do cupuaçu

Capacitação promovida na Universidade Estadual de Santa Cruz reuniu especialistas e técnicos de vários estados para fortalecer a vigilância fitossanitária.

Foto: Internet.

Com foco na proteção da cacauicultura, a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB) promoveu, entre os dias 24 e 27 de fevereiro, o II Curso de Emergência Fitossanitária – Módulo IV, voltado à prevenção da monilíase do cacau e do cupuaçu. A capacitação ocorreu em Ilhéus, na Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), reunindo especialistas e profissionais de diferentes regiões do país.

A formação integrou as ações do Programa Fitossanitário da Monilíase do Cacaueiro e Cupuaçuzeiro, coordenado pela Diretoria de Defesa Sanitária Vegetal da ADAB. Durante quatro dias, cerca de 60 profissionais da Bahia e de estados como Rondônia, Pará, Acre, Amazonas e Espírito Santo participaram das atividades técnicas.

O curso contou ainda com representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC), da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater) e da Prefeitura de Itabuna.

A programação abordou temas técnicos relacionados à monilíase, como biologia do fungo, identificação de sintomas, epidemiologia, biossegurança e estratégias de controle. Também foram realizados exercícios simulados para treinar respostas rápidas em casos de suspeita ou confirmação da praga.

Além das atividades teóricas, os participantes participaram de práticas em campo, com identificação de sintomas e simulações de atendimento a ocorrências, além de ações de educação sanitária voltadas a produtores e estudantes da região.

A monilíase, causada pelo fungo Moniliophthora roreri, afeta frutos do cacaueiro e do cupuaçuzeiro e pode provocar perdas significativas na produção. Apesar de registros em outras regiões do país, a Bahia segue livre da doença, e iniciativas de capacitação e monitoramento são consideradas essenciais para proteger a cadeia produtiva do cacau no estado.

Fonte: ADAB – Agência de Defesa Agropecuária da Bahia

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