Desafio do medicamento representa risco de overdose e morte entre jovens

Especialistas alertam que o uso de remédios sem orientação médica pode causar intoxicações, dependência e até morte.

Foto: Comunicação CFF.

Uma nova e perigosa competição, conhecida como “desafio do medicamento”, tem se difundido pelas redes sociais, condizundo jovens a beberem grandes quantidades de remédios para competir sobre quem fica acordado por mais tempo. Esse comportamento representa risco extremo à saúde, podendo provocar intoxicações, danos neurológicos e até a morte.

A participação no chamado “desafio do medicamento” tem colocado a vida de jovens em risco, com casos de overdose, intoxicação e morte. A prática consiste em tomar grandes quantidades de remédios para competir e ver quem fica por mais tempo sem dormir, comportamento que pode causar danos irreversíveis ao fígado, rins e cérebro.

De acordo, o Conselho Federal de Farmácia (CFF), mesmo os medicamentos de venda livre podem provocar reações tóxicas, falência de órgãos e consequências fatais. O atraso na busca por atendimento médico agrava o quadro, reduzindo as chances de recuperação.

O Órgão alerta que o uso de medicamentos sem prescrição médica é altamente perigoso e pode provocar falência de órgãos, arritmias cardíacas e sobrecarregar alguns orgãos do corpo humano. Reforçando ainda que todo remédio deve ser utilizado sob orientação profissional.

O Conselho também destaca o papel essencial do farmacêutico na orientação segura à população e pede que pais e educadores conversem com crianças e adolescentes sobre os riscos de desafios perigosos. Em casos de ingestão indevida, deve-se procurar atendimento médico imediato, levando a embalagem do medicamento para auxiliar no tratamento.

O CFF reforça ainda que educação em saúde e informação confiável são fundamentais para combater a desinformação e prevenir tragédias. Além disso, o órgão recomenda que pais e responsáveis mantenham o controle sobre o acesso a medicamentos em casa, evitando o uso inadequado ou acidental.

Fonte: Conselho Federal de Farmácia (CFF)

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