A Amazon, multinacional norte-americana de tecnologia, deve demitir até 30 mil funcionários a partir desta terça-feira (27), segundo informações repassadas por fontes à Reuters. A medida tem como objetivo reduzir despesas e ajustar o quadro de pessoal após as contratações em massa durante o período de alta demanda na pandemia.
O número representa uma pequena fração dos 1,55 milhão de empregados da empresa, mas, se confirmado, será o maior corte desde o final de 2022, quando 27 mil trabalhadores foram demitidos. As reduções devem atingir diferentes setores da companhia, embora ainda não haja detalhes sobre as áreas afetadas. A revista Fortune informou que o departamento de recursos humanos pode perder até 15% dos postos.
No Brasil, a Amazon mantém 10 centros de distribuição em sete cidades, além de estações de entrega e um escritório em São Paulo.
Paralelamente, a Nestlé anunciou que demitirá cerca de 16 mil funcionários em todo o mundo nos próximos dois anos, o equivalente a 6% do total de empregados. O novo CEO, Philipp Navratil, explicou que o corte faz parte de uma reorganização global para aumentar a eficiência e reduzir custos.
A maior parte das demissões (12 mil) ocorrerá em áreas administrativas, enquanto 4 mil funcionários de fábricas também serão afetados. Após o anúncio, as ações da Nestlé subiram cerca de 8% na Bolsa de Zurique, refletindo a expectativa de economia superior a R$ 20 bilhões até 2027.
Fontes: Reuters / Fortune / Veja / correio*
Comentários