Uma onda de calor deve atingir áreas da Bahia e de outros estados brasileiros a partir desta quarta-feira (26), provocando uma forte elevação das temperaturas, especialmente no interior do país. O fenômeno está associado a mudanças na circulação dos ventos e ao afastamento do ar frio de origem polar, conforme previsão divulgada pelo Climatempo.
Na Bahia, as áreas do oeste do estado estão entre as regiões que podem ser afetadas pelo aumento das temperaturas. O aquecimento também deve alcançar partes do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, toda a Região Centro-Oeste, além de Rondônia, Tocantins e áreas do Maranhão e do Piauí.
Segundo a previsão, a partir desta quarta-feira será possível avaliar com maior precisão a intensidade e a duração da onda de calor nas regiões afetadas.
Inmet alerta para baixa umidade na Bahia
Além das altas temperaturas, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de baixa umidade, classificado com grau de severidade de perigo, válido das 10h às 23h desta quarta-feira (26).
De acordo com o aviso, a umidade relativa do ar pode ficar entre 20% e 12% nas áreas sob alerta. A condição aumenta o risco de incêndios florestais e pode causar impactos à saúde, como ressecamento da pele e desconforto nos olhos, na boca e no nariz.
Na Bahia, o alerta abrange regiões do Extremo Oeste Baiano, Vale São-Franciscano da Bahia e Centro-Norte Baiano. O aviso também alcança áreas de Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Maranhão, Piauí e Pará.
O Inmet recomenda que a população mantenha uma boa hidratação, evite atividades físicas nos períodos mais quentes do dia e reduza a exposição direta ao sol. Também é indicado utilizar hidratante para a pele e, quando possível, manter os ambientes umidificados.
Em situações de emergência, a orientação é acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo número 193. Diante da combinação entre calor intenso e baixa umidade, a recomendação é redobrar os cuidados com a saúde e adotar medidas para prevenir incêndios e outros riscos associados ao tempo seco.
Fontes: Climatempo e Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
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