Operadoras de apostas autorizadas no Brasil intensificaram a cobrança por medidas mais rigorosas contra sites ilegais de jogos online. O setor defende que o governo amplie a fiscalização sobre fornecedores de softwares utilizados por plataformas clandestinas, especialmente aquelas que oferecem jogos de grande popularidade, como o chamado "jogo do tigrinho".
A principal reivindicação é impedir que desenvolvedoras de cassinos virtuais forneçam seus produtos para operadores que atuam fora das regras estabelecidas pelo mercado regulado. O Ministério da Fazenda trabalha na elaboração de normas que deverão responsabilizar diretamente empresas fornecedoras e certificadoras do segmento.
Segundo representantes do setor, os cassinos online concentram grande parte do faturamento das apostas digitais, enquanto investigações policiais apontam que parte dos portais irregulares pode estar associada a esquemas de lavagem de dinheiro e organizações criminosas.
A expectativa é que o novo marco regulatório fortaleça o combate às plataformas clandestinas, amplie a proteção aos consumidores e aumente o controle sobre toda a cadeia de operações das apostas eletrônicas no país.
Fontes: Ministério da Fazenda / Secretaria de Prêmios e Apostas / Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) / Polícia Civil de São Paulo
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