A evolução da inteligência artificial está impulsionando uma nova fase da tecnologia: os chamados agentes de IA, sistemas capazes de executar tarefas de forma semiautônoma e que já são apontados como sucessores dos tradicionais chatbots, como o ChatGPT.
Diferente das ferramentas focadas apenas em responder perguntas, os novos agentes digitais conseguem acessar arquivos, organizar agendas, preencher formulários, enviar mensagens, pesquisar informações e até interagir com aplicativos instalados no computador do usuário.
Segundo especialistas do setor, esses sistemas funcionam a partir de objetivos definidos pelo usuário. A partir disso, a IA cria estratégias, consulta dados, utiliza ferramentas digitais e adapta suas ações conforme novas informações surgem ao longo do processo.
Entre as aplicações mais populares estão os agentes de pesquisa, capazes de resumir documentos e comparar fontes, além de sistemas voltados à programação, automação empresarial e atendimento ao cliente. Grandes empresas de tecnologia como OpenAI, Google, Microsoft e IBM já disputam espaço nesse novo mercado.
A proposta desses modelos é transformar a IA em uma espécie de secretário digital inteligente, capaz de executar etapas completas de uma atividade sem depender de comandos repetitivos do usuário.
Apesar do avanço tecnológico, especialistas alertam para desafios ligados à segurança e privacidade. Estudos recentes identificaram riscos relacionados ao vazamento de dados, manipulação de informações e falhas em processos automatizados, especialmente quando os agentes têm acesso a ferramentas externas e informações pessoais.
Mesmo diante dos desafios, o setor aposta que os agentes de IA devem ampliar significativamente a automação de tarefas pessoais e corporativas nos próximos anos, mudando a forma como pessoas e empresas utilizam a inteligência artificial no dia a dia.
Fonte: IBM / Setor de Tecnologia e Inteligência Artificial
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