A decisão está aprovada à política de valorização do salário mínimo, sancionada por Lula em 2023, que limita o reajuste a até 2,5% acima da inflação entre 2025 e 2030. O novo valor foi calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou 4,84% nos últimos 12 meses até novembro, somou 2,5% do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). O aumento reflete um ganho real, acima da inflação.
Durante a assinatura do decreto, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou o compromisso do governo com a distribuição de renda. “O presidente Lula reafirmou hoje que, em seu governo, o salário mínimo terá reajuste acima da inflação em todos os anos, garantindo ganho real. Essa política é essencial para fortalecer a economia e reduzir desigualdades sociais”, afirmou Marinho.
O ministro também alertou para a importância da continuidade dessa política, ressaltando que seria uma "tragédia" para o país se ela fosse interrompida. Ele demonstrou otimismo quanto ao crescimento econômico em 2025, que deve sustentar esse ciclo de valorização.
De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), cerca de 59 milhões de brasileiros têm rendimentos atrelados ao salário mínimo, incluindo aproximadamente 19 milhões de aposentados e pensionistas. O aumento traz impacto direto na vida dessas pessoas e no fortalecimento da economia nacional.
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