SUS lança teleatendimento de saúde mental para mulheres vítimas de violência

Serviço começa pelo Recife e Rio de Janeiro e será ampliado para todo o país até junho, com apoio psicológico remoto pelo SUS.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil.

O Sistema Único de Saúde (SUS) inicia neste mês um serviço de teleatendimento em saúde mental voltado a mulheres expostas à violência ou em situação de vulnerabilidade psicossocial. A iniciativa começa nas cidades de Recife e Rio de Janeiro e será expandida gradualmente para todo o país até junho, conforme cronograma do Ministério da Saúde.

De acordo com a pasta, a expectativa é realizar cerca de 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos por ano. A ação será executada em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

O acesso ao atendimento poderá ocorrer por encaminhamento das unidades da atenção primária, como Unidades Básicas de Saúde (UBS) e serviços da rede de proteção à mulher. Outra opção será o acesso direto pelo aplicativo Meu SUS Digital, que contará com um mini aplicativo específico previsto para entrar em funcionamento no fim do mês.

Na plataforma, a usuária fará um cadastro inicial para avaliação da situação de risco. Após essa etapa, o sistema informará data e horário do teleatendimento. Na primeira consulta, profissionais irão identificar riscos, rede de apoio e necessidades de acompanhamento, podendo articular o atendimento com serviços especializados.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o objetivo é ampliar o suporte psicológico e social às mulheres em situação de violência ou vulnerabilidade. O atendimento poderá envolver psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e, quando necessário, terapeutas ocupacionais.

A iniciativa faz parte das estratégias do governo federal para ampliar o acesso à saúde mental e fortalecer a rede de proteção às mulheres, garantindo atendimento remoto e mais rápido para quem enfrenta situações de violência ou vulnerabilidade em todo o Brasil.

Fonte: Agência Brasil / Ministério da Saúde / agência Brasil

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