A terceira edição do evento “CEE e escolas privadas”, promovido pelo Conselho Estadual de Educação da Bahia (CEE-BA), teve início nesta segunda-feira (22) no Fiesta Convention Center, em Salvador, e prossegue nesta terça-feira (23) com uma série de mesas de debate. O encontro reúne mais de mil participantes de diferentes segmentos da educação, consolidando-se como um espaço de diálogo entre o setor público e as instituições privadas de ensino.
O tema central desta edição — “Diversidade no processo de ensinar e aprender” — norteia as discussões em torno de inclusão, pluralidade, regulação e inovação no sistema estadual de ensino.
A importância do diálogo
A secretária da Educação da Bahia, Rowenna Brito, representando o governador Jerônimo Rodrigues, destacou a relevância da iniciativa para aproximar os setores público e privado e construir caminhos comuns para a educação.
“É importante chamar a rede privada para esta conversa e entender suas dificuldades. Nossa tarefa é oferecer uma escola capaz de incluir estudantes no mundo do trabalho, respeitando as diferenças. Acreditamos no poder da educação como ferramenta de transformação social”, afirmou.
Regulação e inovação
O presidente do CEE-BA, Roberto Gondim, ressaltou o papel do Conselho não apenas como instância normativa, mas como agência reguladora da Educação no Estado.
“Buscamos operacionalizar as normas que produzimos e apresentar ações concretas construídas a partir desses diálogos com as escolas privadas. Entre elas, a regulamentação do uso de aparelhos eletrônicos e a atualização das diretrizes da educação inclusiva em nosso sistema”, explicou.
Presenças institucionais
A mesa de abertura contou com representantes de diversas entidades ligadas à educação, entre elas:
- UNDIME-BA (União dos Dirigentes Municipais de Educação da Bahia);
- UNCME-BA (União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação da Bahia);
- SINPRO-BA (Sindicato dos Professores no Estado da Bahia);
- SINEPE-BA (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino da Bahia);
- Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
Construção coletiva para o futuro
Durante os dois dias de atividades, os debates abordam desde políticas de diversidade e inclusão até o papel da escola na formação para o mercado de trabalho. A proposta é que, ao final do evento, sejam sistematizadas experiências e propostas que orientem políticas públicas e práticas pedagógicas mais democráticas, inclusivas e eficientes.
Com essa articulação, o CEE-BA reforça seu papel de mediação entre os diferentes atores do sistema de ensino, consolidando uma educação plural, regulada e socialmente comprometida.
Fontes: Conselho Estadual de Educação da Bahia (CEE-BA) / Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) / Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) / Portal ba.gov.br
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