SUS pode incorporar medicamento para tratamento do câncer de mama inicial

Pedido prevê o uso do succinato de ribociclibe em pacientes com câncer de mama RH+/HER2-, linfonodo positivo e alto risco de recorrência.

Foto: Magnific.

A incorporação do succinato de ribociclibe ao SUS para o tratamento adjuvante de mulheres adultas com câncer de mama inicial está em discussão no âmbito da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

A proposta foi apresentada durante a Consulta Pública nº 61/2026 e prevê o uso do medicamento em pacientes com câncer de mama RH+/HER2-, presença de linfonodo positivo e maior risco de retorno da doença.

Esse subtipo representa cerca de 70% dos casos de câncer de mama e, embora possa apresentar evolução mais favorável, ainda existe possibilidade de recorrência após o tratamento inicial, especialmente entre pacientes consideradas de maior risco.

A medida busca ampliar as opções terapêuticas disponíveis na rede pública e permitir que equipes médicas avaliem o uso do medicamento de acordo com as características clínicas de cada paciente.

Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deverá registrar 78.610 novos casos de câncer de mama por ano entre 2026 e 2028, com risco estimado de 71,57 casos para cada 100 mil mulheres.

A eventual incorporação do ribociclibe ainda depende da análise técnica e das etapas previstas no processo de avaliação de tecnologias em saúde do SUS.

Fonte: Câmara dos Deputados; Ministério da Saúde/Conitec; Instituto Nacional de Câncer (Inca)

Entre no nosso canal de WhatsApp e receba notícias em tempo real, Clique aqui

Inscreva-se em nosso canal no Youtube, Clique aqui

 

Comentários



    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.



Comentar