MEC promove seminário sobre avaliação do desenvolvimento integral na educação em tempo integral

Evento em Brasília reunirá especialistas e redes de ensino para debater práticas pedagógicas, gestão democrática e aprendizagem transformadora.

Foto: Divulgação/MEC.

O Ministério da Educação realiza nesta quinta-feira (15) o seminário “Avaliação do Desenvolvimento Integral como Direito: sentidos, práticas e desafios”, dentro da programação do 2º Seminário da Rede Nacional de Articuladores do Programa Escola em Tempo Integral (Renapeti) 2026.

O encontro ocorrerá no Centro de Formação e Desenvolvimento dos Trabalhadores em Educação, em Brasília, a partir das 9h, com transmissão ao vivo pelo canal oficial do MEC no YouTube. A iniciativa reúne especialistas, gestores e profissionais da educação para discutir estratégias de avaliação voltadas ao desenvolvimento integral dos estudantes.

Durante o seminário, será apresentada uma avaliação desenvolvida por meio de acordo de cooperação técnica entre o MEC, a Ashoka Brasil e a Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. A parceria integra o programa internacional Escolas2030, voltado à inovação e pesquisa em educação.

A proposta busca fortalecer práticas que valorizem diferentes dimensões do aprendizado, incluindo aspectos sociais, cognitivos, culturais, físicos, éticos e políticos. O debate também envolve gestão democrática, protagonismo estudantil, autonomia escolar e qualificação docente.

Um dos destaques da programação será o lançamento da publicação “Avaliação na Educação Integral: guia para redes e escolas de educação básica”, com orientações metodológicas e experiências práticas aplicadas em diversas regiões do país.

O evento contará ainda com participação de representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, do Conselho Nacional de Secretários de Educação, além de articuladores estaduais e municipais da Renapeti e equipes técnicas do MEC.

A iniciativa reforça o avanço das políticas públicas voltadas à educação integral e ao desenvolvimento de práticas pedagógicas mais inclusivas e conectadas à realidade das escolas brasileiras.

Fontes: Ministério da Educação | Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo | Conselho Nacional de Secretários de Educação / gov.br

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