Mais de 11 milhões de trabalhadores estavam com depósitos do FGTS em atraso até junho de 2026, segundo levantamento divulgado pelo Jornal Nacional. O valor devido pelas empresas chegou a R$ 12,6 bilhões, indicando aumento em relação ao ano anterior.
Em setembro de 2025, cerca de 9,5 milhões de trabalhadores tinham depósitos pendentes, com uma dívida estimada em R$ 10 bilhões. O empregador deve realizar mensalmente o depósito do FGTS, geralmente correspondente a 8% do salário bruto.
O trabalhador pode consultar os depósitos pelo aplicativo FGTS e identificar possíveis irregularidades. Caso encontre valores não depositados, é possível procurar o Ministério do Trabalho pelos canais oficiais ou presencialmente.
A falta de regularidade também pode gerar consequências para as empresas, como a impossibilidade de obter o Certificado de Regularidade do FGTS, documento necessário em determinadas operações financeiras e participação em licitações públicas.
Desde março de 2025, a Auditoria Fiscal do Trabalho recuperou cerca de R$ 6,2 bilhões que deveriam ter sido destinados ao fundo. Por isso, acompanhar os depósitos regularmente é uma forma de identificar problemas e buscar a regularização dos valores.
Fontes: Jornal Nacional; Ministério do Trabalho e Emprego.
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