O número de eleitores com 60 anos ou mais no Brasil aumentou 74% entre 2010 e 2026, alcançando mais de 36 milhões de pessoas, segundo levantamento com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral.
O crescimento do eleitorado idoso supera o avanço geral de votantes no país, que subiu 15% no mesmo período. Com isso, esse público passou a representar 23,2% do total, consolidando maior influência no cenário eleitoral.
Além do aumento quantitativo, o comportamento nas urnas também chama atenção. Em 2022, a participação entre eleitores de 60 a 69 anos atingiu 85,7%, acima da média nacional. Já entre os maiores de 70 anos, onde o voto é facultativo, o comparecimento foi menor, mas com queda gradual na abstenção ao longo dos anos.
Regionalmente, o maior peso do eleitorado idoso está nas regiões Sul e Sudeste, com destaque para estados como Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Nessas áreas, a presença desse grupo ultrapassa 23% do total de votantes.
O avanço do eleitorado idoso reforça mudanças no perfil demográfico do país e tende a impactar diretamente as eleições futuras, tanto no comportamento nas urnas quanto na representatividade política.
Fontse: Tribunal Superior Eleitoral / Nexus Pesquisa e Inteligência de Dados
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