As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde têm avançado no Sistema Único de Saúde, com aumento na oferta e na procura em todo o Brasil. Dados recentes mostram que cerca de 80% dos atendimentos são realizados em mulheres, evidenciando o protagonismo feminino no uso dessas terapias.
Informações do Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde indicam que, em 2025, o volume de atendimentos com PICS ultrapassou 10 milhões, crescimento de aproximadamente 14,6% em relação a 2024, quando foram registrados mais de 8,7 milhões de procedimentos.
As PICS foram instituídas por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e ampliam o cuidado na rede pública com foco na prevenção, promoção e recuperação da saúde. A abordagem considera o paciente de forma integral, valorizando o vínculo com os profissionais e o protagonismo no autocuidado.
Entre as práticas mais procuradas pelas mulheres estão auriculoterapia, acupuntura, aromaterapia, massoterapia, fitoterapia, yoga, meditação e musicoterapia, ofertadas principalmente na atenção básica.
O acesso às terapias pode ser feito nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), muitas vezes por demanda espontânea. Em alguns casos, como na acupuntura, pode ser necessário encaminhamento profissional. A disponibilidade varia conforme a organização dos serviços em cada município.
Com a expansão das PICS, o SUS fortalece estratégias de cuidado integral e humanizado, incentivando hábitos saudáveis e ampliando o acesso a terapias que promovem bem-estar — especialmente entre as mulheres, que lideram a busca por essas práticas.
Fonte: Ministério da Saúde / gov.br
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