Bahia discute estratégias para ampliar exportação de citrus e melhorar escoamento da produção

Reunião na Seagri debateu soluções para fortalecer a citricultura baiana e ampliar presença no mercado internacional.

Foto: Ascom/Adab.

Representantes do governo e do setor produtivo se reuniram na segunda-feira (9), em Salvador, para discutir alternativas que melhorem o escoamento da produção de citrus da Bahia, com foco na ampliação das exportações. O encontro ocorreu na sede da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

Participaram da reunião o secretário da pasta, Pablo Barrozo, o chefe do escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) na Bahia, André Queiroz, além de representantes da Câmara Setorial da Citricultura e de entidades ligadas ao agronegócio.

Durante o encontro, foram apresentadas demandas do setor e discutidos desafios relacionados às próximas safras. Segundo Barrozo, o objetivo é identificar caminhos para ampliar a presença da produção baiana no comércio exterior.

De acordo com André Queiroz, será feito um diagnóstico da cadeia produtiva para mapear produtores, mercados atendidos e novas oportunidades de exportação. A proposta também inclui capacitação dos produtores e elaboração de um plano de ação para fortalecer a presença internacional da citricultura baiana.

Representantes do setor destacaram que a organização da cadeia produtiva é essencial para enfrentar desafios como a queda no preço das frutas e a redução das vendas de derivados, especialmente o suco de laranja, no mercado externo.

Outro problema apontado é a ausência de indústrias de processamento de citrus no estado. Atualmente, as unidades industriais mais próximas estão localizadas em Sergipe, o que dificulta o aproveitamento da produção local.

Entre as propostas debatidas estão incentivos para instalação de indústrias na Bahia, fortalecimento das cooperativas e ampliação do consumo interno, incluindo a possibilidade de inserir produtos cítricos em programas institucionais, como a merenda escolar.

Fonte: Seagri / ApexBrasil / Portal ba.gov.br

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