Dengue ou virose? Saiba como identificar os sintomas e quando procurar atendimento

Diferenças entre as doenças incluem intensidade da febre, dores no corpo e ausência de sintomas respiratórios na dengue.

Foto: Pexels.

Com a alta das temperaturas, sintomas como febre, dores no corpo e cansaço geram dúvidas frequentes sobre se o quadro é causado por dengue ou por uma virose comum. Embora as duas condições apresentem sinais semelhantes no início, características específicas ajudam a diferenciar os casos e indicam quando é necessário buscar atendimento médico.

As viroses respiratórias costumam surgir em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas, provocando sintomas como nariz entupido, espirros, dor de garganta e tosse. A febre, quando aparece, geralmente é mais baixa, e o mal-estar tende a ser leve, com melhora gradual após repouso, hidratação e alimentação adequada.

Também são comuns as viroses gastrointestinais, especialmente em períodos quentes, quando há maior risco de consumo de água ou alimentos contaminados. Nesses casos, os principais sinais incluem diarreia, vômitos e fraqueza, com risco maior de desidratação, principalmente em crianças e idosos.

Já a dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, costuma provocar sintomas mais intensos, como febre alta repentina, dor de cabeça forte, dor atrás dos olhos e dores musculares acentuadas. Manchas na pele, náuseas e vômitos também podem ocorrer, e a ausência de sintomas respiratórios é um sinal de alerta importante.

Independentemente do diagnóstico, a hidratação é fundamental para a recuperação. No caso da dengue, a reposição de líquidos é ainda mais necessária e deve ser orientada por um profissional de saúde. Sintomas como tontura, sangramento, dor abdominal intensa ou agravamento rápido do quadro exigem avaliação médica imediata em uma unidade do Sistema Único de Saúde.

Observar os sinais do organismo e buscar orientação profissional são medidas essenciais para garantir o diagnóstico correto e o tratamento adequado, especialmente durante períodos de maior circulação de vírus e aumento de casos da doença no país.

Fonte: Ministério da Saúde / correio

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