O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) anunciou a liberação antecipada de até R$ 1 mil para clientes do Will Bank, instituição que teve a liquidação decretada pelo Banco Central do Brasil em janeiro. A medida pode alcançar cerca de 6 milhões de pessoas e será operacionalizada diretamente pelo aplicativo da fintech.
O montante estimado para essa fase é de aproximadamente R$ 200 milhões, voltado principalmente a clientes de menor renda. Além disso, cerca de R$ 25 milhões referentes a saldos em contas de pagamento também serão disponibilizados pela plataforma digital.
A antecipação ocorre enquanto a lista definitiva de credores ainda está em consolidação. Clientes com valores acima de R$ 1 mil precisarão aguardar a finalização do processo e solicitar o ressarcimento pelo aplicativo do próprio FGC. O limite total de cobertura da entidade é de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, conforme regulamento.
Quem pode receber nesta etapa
- Clientes diretos do Will Bank;
- Com valores enquadrados na garantia do FGC;
- Limitados ao teto de R$ 1 mil nesta fase inicial.
Como solicitar o pagamento
- Acessar o aplicativo do Will Bank.
- Selecionar a opção de antecipação do ressarcimento.
- Confirmar e validar os dados cadastrais.
- Verificar o valor disponível (limitado a R$ 1 mil).
- Formalizar o pedido por aceite digital.
- Transferir o valor para conta de mesma titularidade.
Alerta contra golpes
O FGC e o Will Bank informam que não solicitam senhas, códigos ou dados pessoais por telefone, mensagens ou redes sociais. Também não existem intermediários autorizados para agilizar pagamentos. Em caso de dúvida, o cliente deve recorrer exclusivamente aos canais oficiais.
Até o momento, o FGC já pagou R$ 37 bilhões em garantias relacionadas ao conglomerado financeiro do qual o Will Bank fazia parte, o equivalente a 91% do total previsto.
A iniciativa reforça o papel do Fundo Garantidor de Créditos na proteção de depositantes e investidores, assegurando o ressarcimento de valores em situações de liquidação de instituições financeiras no país.
Fontes: Fundo Garantidor de Créditos (FGC) / Banco Central do Brasil / agência Brasil
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