Vacinação na vida adulta reforça proteção e previne doenças no verão

Especialistas alertam que manter o calendário vacinal completo reduz internações, evita surtos e protege toda a comunidade.

Foto: Reprodução / Canva.

Com a chegada do verão, período marcado por chuvas, viagens e maior circulação de pessoas, cresce o risco de doenças infecciosas como dengue, hepatites, gripe e febre amarela. Diante desse cenário, profissionais de saúde reforçam que a vacinação não termina na infância e que adultos devem revisar e manter a carteira vacinal atualizada.

Seguir o cronograma de vacinação de forma integral traz benefícios diretos à população, como a redução do risco de formas graves das doenças, diminuição de hospitalizações e óbitos, além de maior proteção coletiva, já que a alta cobertura vacinal dificulta a circulação de vírus e bactérias. A imunização também contribui para evitar surtos e epidemias, especialmente em períodos de maior exposição, como férias e grandes deslocamentos.

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece diversas vacinas para adultos, incluindo hepatite B, tétano, difteria, febre amarela, influenza e Covid-19, além de imunizantes indicados a grupos prioritários. Em situações específicas, pessoas com maior risco para complicações podem receber vacinas adicionais por meio dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs).

Especialistas destacam que manter as doses em dia protege não apenas o indivíduo, mas também bebês, idosos e pessoas com imunidade reduzida, que dependem da chamada imunidade coletiva. Além disso, a vacinação regular reduz gastos com tratamentos, faltas ao trabalho e sobrecarga dos serviços de saúde.

A orientação é que adultos procurem uma unidade de saúde para conferir a carteira de vacinação, especialmente antes de viagens ou em períodos de maior circulação de doenças. O cumprimento do calendário vacinal completo é apontado como uma das estratégias mais eficazes e seguras para garantir qualidade de vida e saúde ao longo de todas as fases da vida.

Fontes: Ministério da Saúde / Programa Nacional de Imunizações (PNI) / Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI)

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