Câmara aprova regulamentação do IBS e promete sistema tributário mais simples e justo

Medida avança na reforma tributária e deve reduzir burocracia, custos e trazer mais transparência para o contribuinte.

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados.

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei complementar que regulamenta o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), um dos principais pilares da reforma tributária. A proposta representa um passo decisivo para a modernização do sistema de impostos no país e, segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), é resultado da cooperação entre os poderes Legislativo e Executivo.

Ao comentar a aprovação do texto-base do PLP 108/2024, Motta destacou que a nova estrutura tributária deve trazer ganhos diretos para a população. Entre os principais benefícios estão a redução da burocracia, maior agilidade na arrecadação, menos custos para quem paga impostos e um modelo mais claro e previsível para consumidores e empresas.

Com a regulamentação do IBS, o Brasil caminha para substituir tributos complexos e sobrepostos por um imposto mais simples, cobrado de forma uniforme sobre bens e serviços. A expectativa é que a mudança contribua para preços mais transparentes, facilite a fiscalização e reduza disputas judiciais, refletindo positivamente no dia a dia do cidadão e na economia.

Hugo Motta afirmou ainda que a conclusão dessa etapa da reforma é essencial para tornar o país mais eficiente e competitivo. Segundo ele, o novo sistema cria condições para um ambiente econômico mais organizado, favorecendo investimentos, geração de empregos e crescimento sustentável.

A votação na Câmara segue com a análise de destaques apresentados por partidos, que podem alterar pontos específicos do texto. Entre os temas que ainda serão debatidos estão a definição da alíquota do Imposto Seletivo sobre bebidas açucaradas, a lista de medicamentos isentos e possíveis ajustes nas alíquotas aplicadas às Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs).

O presidente da Câmara também ressaltou o compromisso, firmado com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de concluir a votação ainda nesta terça-feira (16), garantindo mais um avanço concreto na implementação da reforma tributária.

Fonte: Câmara dos Deputados

Comentários



    Nenhum comentário, seja o primeiro a enviar.



Comentar