Anvisa amplia ações de proteção e determina recolhimento de produtos irregulares no Brasil

Medidas reforçam segurança sanitária e evitam que a população consuma itens sem controle, que podem causar danos à saúde.

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu o recolhimento e a proibição de fabricação, venda, distribuição, divulgação e uso do Tônico Capilar Minoxi Turbo Glammour Professional, da empresa Gammour Professional Ltda – Me. Embora registrado como cosmético, o produto sugeria efeitos equivalentes ao medicamento minoxidil, indicando crescimento de barba, cabelo e bigode — uso que só pode ser recomendado sob orientação médica.

A Anvisa também ordenou a apreensão do Macho Alfa Minoxidil Turbo 15%, fabricado por Douglas Rafael Oliveira da Silva, que não possui registro sanitário. Produtos sem autorização, segundo a agência, colocam o consumidor em risco pela ausência de testes que comprovem segurança, qualidade e eficácia.

Essas ações geram benefícios diretos para a população, pois impedem a circulação de itens irregulares que podem causar alergias, intoxicações, danos à pele, queda de cabelo, efeitos hormonais adversos e outros riscos graves à saúde. A atuação rigorosa da Anvisa evita que consumidores sejam expostos a substâncias proibidas e protege especialmente quem compra produtos pela internet, onde há maior circulação de itens ilegais.

A agência ainda determinou a apreensão de todos os cosméticos da marca Sabô Ageless e da maquiagem capilar Bangna, fabricados e vendidos sem registro, além de reforçar a proibição de produtos saneantes irregulares, como o Acta BTI e os itens da empresa Gasparelo Produtos de Limpeza e Higiene Ltda, que não possuem autorização para uso como saneantes.

Na última sexta-feira (5), a Anvisa também proibiu 30 medicamentos, a maioria anabolizantes, todos em situação irregular e sem registro. A venda, importação e divulgação desses itens estão suspensas em todo o país.

Medidas como essas fortalecem a proteção sanitária no Brasil, reduzem riscos de problemas de saúde causados por produtos clandestinos, responsabilizam empresas irregulares e reforçam a confiança da população nos itens aprovados oficialmente.

Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) / agência Brasil

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